Domingo, 7 de Fevereiro de 2010 às 05:54
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Ah, essa minha mente que me mata… Esse constante pensar, sentir, preocupar, esse constante buscar uma solução. Poderia dizer que meu veneno é também meu antídoto, visto que no próprio emaranhado que me confundo, eu me encontro. É nesse cérebro e na força do próprio punho que às vezes eu, e a maioria dos seres-humanos, resolvemos encontrar uma saída. Seja um simples conflito que se presume que se resolveria num soco apenas ou um dilema, algo mais profundo… Quão bobos somos! Nós mesmos nos damos milhares de anos de evolução e o título de racionais. Oras, para que servem tantos títulos afinal? Para que chamar um de vossa-majestade, outro de “mestre”, outro de rei, outro de gênio, outro de “ídolo” se no fim, todos nós nascemos, crescemos e morremos?.. Se somos gerados de mesma forma, saídos do mesmo fluido, aspirantes dos mesmos desejos de felicidade, sucesso e paz?.. Para que tantos títulos se no decorrer de nossas vidas pequenas cometemos tantos erros e sofremos por amor; seja rico, seja pobre, seja “ídolo”, seja um cidadão comum das ruas de classe média?.. Por que tantos títulos se o juiz morre e vira pó da mesma forma como o acusado? E nisso tudo, por que o orgulho, a arrogância, o egocentrismo? Onde estávamos nós quando o mundo foi criado e o firmamento estabelecido acima das águas? Com certeza não estávamos a destra da verdadeira Majestade, à direita do verdadeiro Mestre, ao lado do Rei dos reis, perto do Gênio de fato ou idolatrando o verdadeiro Ídolo… Nós somos meras criaturas cheias de si.
E sinceramente - doa a quem doer - é por isso que eu não sou fã de ator, cantor ou artista nenhum. Sim, eu admiro e fico impressionada como alguns parecem ter um talento tão bonito, nobre, diferente e real. Mas falando sério, sem hipocrisia, conhecendo o meu Deus da forma como eu conheço, as coisas daqui nem parecem ser tão nobres ou boas assim… Pelo contrário, se tornam infinitamente menores. Eu, entre-aspas, “invejo” a inteligência de Einstein, as poesias de Vinícius de Moraes, a sabedoria de Charlis Chaplin, e os assim titulados gênios da arte, ciências, música, etc. que enchem esse mundo de um pouco de paz e beleza. Mas o que seriam deles sem Deus? E isso me remete a pensar: Por que Deus? Por que tanto amor para conosco, meras criaturas cheias de si? A resposta está no incrível e sobrenatural amor que Deus possui. Eu não teria tanta paciência, eu teria destruído a espécie humana no primeiro vacilo que desse. Mas Ele é assim!
O meu Ídolo morreu por mim e o seu, morreu por você? (não, nem sabe que você existe! :x)
Obs.: Não tenho intenção de ofender a ninguém, somente estou expondo a minha opinião. Obs. 2: Hesitei um pouco antes de criar esse post pois queria atualizar somente para falar das minhas aulas (que vão começar nesse segunda-feira dia 08 de fevereiro). Mas a vontade e a “inspiração” falaram mais alto!
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611 palavras escritas por Lívia
Família, amigos, sua cachorrinha Lika,
O blog se chama Vocábulo e nada mais é do que uma folha em branco aonde eu posso escrever o que me der na telha, de um modo rápido e sem obrigações. Surgiu no dia 04/05/2009 (mas eu sou blogueira desde 2006) para iluminar a minha vida e suportar meus desabafos. Se encaixa a cada dia de uma forma sutil na minha vida e carrega minha personalidade, meu jeito de ser e o que eu diria que há de mais importante: as palavras que fazem parte de mim.